Resumindo meu TCC, temos algumas relações com as contribuições das interdisciplinas de todo o curso, mesmo que indiretamente:
O presente trabalho originou-se da curiosidade referente à existência da aprendizagem na brincadeira livre, assim como a postura do professor durante o momento brincar. Com embasamento nas idéias dos teóricos Kishimoto, Fortuna, Gioca, Moyles e colaboradores, e a análise das atividades realizadas com o pré – escolar (5 anos) durante meu estágio curricular foi possível compreender esses aspectos.
A partir desse estudo pude compreender que o termo brincadeira refere-se à ação espontânea da criança, fazendo com que ela realize a atividade com prazer. Pois, ela sente-se livre da pressão do ambiente, tornando-se sujeito ativo, de maneira em que ela determina os acontecimentos espontaneamente, fugindo assim do controle dos adultos, das regras estipuladas por eles.
Comprovando então, a importância do brincar para o desenvolvimento dela, uma vez que através dele a criança demonstra: distintos comportamentos como: medos; idéias; sentimentos; interage com outras crianças e adultos, desenvolvendo a cooperação e relação social; desenvolve a imaginação, limite; expõe suas inseguranças, realidade de vida, isto é, a brincadeira oportuniza a criança a exploração de suas habilidades ao mesmo tempo em que testa seus limites.
É nesse sentido que Fortuna afirma: “Brincar, então, é um meio de compreender e relacionar-se com o meio” (2000, p. 6). A autora afirma também que sendo aprendizagem apropriação do novo e o brincar apropriação da realidade por meio da representação, a brincadeira torna-se análoga a aprendizagem.
Como muitos educadores têm visto o brincar como perca de tempo e/ou repetitivo Smith (2006) nos traz formas de encorajamento do brincar, podendo o educador dar início a brincadeira (dramatização/faz – de – conta); participar ativamente de o momento brincar; fazer comentários durante a dramatização; ou ainda ajudar a encenar papéis; o importante mesmo é o professor disponibilizar distintos materiais incentivando a criança a buscar o novo, explorar o desconhecido, porém, com muito cuidado para não destruir o interesse da criança nesse momento.
Este autor ainda afirma que o educador torna-se o apoio do aluno (scaffolding), no qual sua tarefa se concretiza em dirigir a atenção do educando para aspectos relevantes da situação em questão; ajudar a criança a dividir a tarefa em partes menores facilitando a compreensão, assim como executá-la. Resumidamente scaffolding consiste em orientar a criança no desenvolvimento do brincar por parte e grau de complexidade.
Essa intervenção pode ser realizada em pequenos ou grandes grupos, tornando necessária a atenção redobrada do professor para o surgimento de duas dificuldades de aprendizagem por repetição: 1) apesar de facilitar para o professor em termos de economizar tempo, trabalhar em grande grupo, principalmente, o nível de desenvolvimento das crianças será variado (ZPD), tornando a atividade mais fácil para uns e difícil para outros; 2) aprendizagem por repetição é como se apresentasse a criança um modelo a ser seguido, podendo se perder grande participação espontânea da criança nesse momento.
Portanto, para que essa intervenção adulta aconteça é fundamental que o educador conheça seus alunos, podendo assim, adequar sua intromissão ao nível de desenvolvimento em que cada criança se encontra. Essas formas de encorajamento do brincar são fundamentais inclusive para auxiliar o desenvolvimento da criança que não apresenta inicialmente essa forma de brincar.
Então, o papel do professor seria de incentivar a criança a escolher uma atividade em que lhe desperte interesse, curiosidade, planejá-la, executá-la e refletir sobre os resultados, sendo ela a autora da ação, ampliando seu brincar, sem cair na repetição (SMITH, 2006).
Dessa forma, na brincadeira a criança cria um elo entre a realidade e a fantasia, ajudando-a a adaptar-se mais facilmente a ambientes desconhecidos assim como aceitar ou compreender situações desagradáveis, de maneira lúdica, divertida. Conseqüentemente, podemos dizer que através do brincar a criança se desenvolve e compreende o mundo que a cerca. Logo, o brincar oportuniza a apropriação de conceitos, desenvolvendo a autonomia.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Reflexão sobre a revita nas interdisciplinas estudadas durante o curso...
Refletindo sobre o trabalho realizado até agora durante o eixo 9 na interdisciplina de seminário integrador, que nos fez revisitar as interdisciplinas passadas, posso dizer que foi um ótimo exercício. Pois, através desse trabalho pude identificar várias etapas importantes vividas durante o curso em que me auxiliaram muito na construção do TCC, mesmo que indiretamente, por exemplo:
- A questão da organização do tempo, em que foi fundamental para a realização do TCC;
- As angústias no início do TCC: saber como iniciar; como definir a questão problema, os conceitos; que autores seguir; quais títulos e subtítulos definir...
- O papel do professor como o mediador do conhecimento (construtivismo), e não detentor do saber;
- Os estágios de desenvolvimento cognitivo descritos por Piaget, onde entra o faz- de- conta que norteia meu TCC, assim como o improviso, os movimentos expressivos, nesse faz – de – conta, fazendo-se presente os jogos teatrais.
- A ludicidade, a qual não se refere apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo, ao prazer de realizar a atividade em si, são ações vividas que despertam vários sentimentos, ou seja, deixou de ser o simples sinônimo de jogo, não importando o resultado do mesmo e sim a ação em si.
- Evidências, argumentações e definição de conceitos, os quais são fundamentais em qualquer trabalho, pois é baseado nesses que conseguiremos defender o que acreditamos.
- Aprendizagem cooperativa, trata-se de uma estratégia em que o professor dispõe os alunos em grupos de trabalho, organizando-os na base da heterogeneidade das suas habilidades (por exemplo, juntando alunos com dificuldades numa determinada área com alunos mais habilidosos no assunto em questão);
Enfim, são várias as aprendizagens adquiridas durante o curso que facilitaram a construção desse trabalho tão importante que é o TCC. Aprendizagens em que me permitiram refletir sobre minha prática pedagógica, referenciando as teorias estudadas.
Portanto, acredito que apesar do susto no início do semestre quando a professora Eliana falou em voltarmos a todas as interdisciplinas, em tão pouco tempo, valeu à pena, foi muito produtivo, um exercício que realizei também para a construção do meu relatório de estágio e que não me arrependo.
- A questão da organização do tempo, em que foi fundamental para a realização do TCC;
- As angústias no início do TCC: saber como iniciar; como definir a questão problema, os conceitos; que autores seguir; quais títulos e subtítulos definir...
- O papel do professor como o mediador do conhecimento (construtivismo), e não detentor do saber;
- Os estágios de desenvolvimento cognitivo descritos por Piaget, onde entra o faz- de- conta que norteia meu TCC, assim como o improviso, os movimentos expressivos, nesse faz – de – conta, fazendo-se presente os jogos teatrais.
- A ludicidade, a qual não se refere apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo, ao prazer de realizar a atividade em si, são ações vividas que despertam vários sentimentos, ou seja, deixou de ser o simples sinônimo de jogo, não importando o resultado do mesmo e sim a ação em si.
- Evidências, argumentações e definição de conceitos, os quais são fundamentais em qualquer trabalho, pois é baseado nesses que conseguiremos defender o que acreditamos.
- Aprendizagem cooperativa, trata-se de uma estratégia em que o professor dispõe os alunos em grupos de trabalho, organizando-os na base da heterogeneidade das suas habilidades (por exemplo, juntando alunos com dificuldades numa determinada área com alunos mais habilidosos no assunto em questão);
Enfim, são várias as aprendizagens adquiridas durante o curso que facilitaram a construção desse trabalho tão importante que é o TCC. Aprendizagens em que me permitiram refletir sobre minha prática pedagógica, referenciando as teorias estudadas.
Portanto, acredito que apesar do susto no início do semestre quando a professora Eliana falou em voltarmos a todas as interdisciplinas, em tão pouco tempo, valeu à pena, foi muito produtivo, um exercício que realizei também para a construção do meu relatório de estágio e que não me arrependo.
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domingo, 12 de setembro de 2010
Revisitando os eixos 5 e 6...
Revisitando os eixos 5 e 6 do Pead, encontrei na interdisciplina de psicologia 2, os estágios de desenvolvimento cognitivo descritos por Piaget, os quais relacionam-se com o tema do meu TCC. Por exemplo, o estágio pré- operatório caracteriza-se pelo surgimento da função simbólica, a representação da realidade, o jogo simbólico, o faz-de-conta, o qual surge por volta 2/3 anos quando a criança começa a alterar o significado dos objetos, assim como expressar seus sonhos e fantasias e as regras implícitas que se materializam nos temas das brincadeiras.
Sendo assim, a brincadeira de faz-de-conta é importante para a criança, através dela a criança coloca-se num lugar de poder, como por exemplo, de super-herói que resolve os conflitos ajudando-a a construir sua autoconfiança, além de superar obstáculos da vida real, como adaptar-se em ambiente diferente, vestir-se, comer alimentos sem deixar cair, enfim, possui o controle que não possui na realidade, pois são submetidas às regras/controle dos adultos.
Porém, em relação ao papel de super-herói é também vista como incentivo a violência, enquanto, deveria ser considerada como numerosa oportunidade para a criança obter sentido de domínio, assim como benefício associado ao jogo dramático, pois ainda no faz-de-conta a criança aumenta suas habilidades lingüísticas, aprendem a solucionar melhor os problemas e desenvolver a cooperação, expõem seus medos, inseguranças, desejos, experiências, isto é, constroem uma ponte entre fantasia e realidade.
Sendo assim, a brincadeira de faz-de-conta é importante para a criança, através dela a criança coloca-se num lugar de poder, como por exemplo, de super-herói que resolve os conflitos ajudando-a a construir sua autoconfiança, além de superar obstáculos da vida real, como adaptar-se em ambiente diferente, vestir-se, comer alimentos sem deixar cair, enfim, possui o controle que não possui na realidade, pois são submetidas às regras/controle dos adultos.
Porém, em relação ao papel de super-herói é também vista como incentivo a violência, enquanto, deveria ser considerada como numerosa oportunidade para a criança obter sentido de domínio, assim como benefício associado ao jogo dramático, pois ainda no faz-de-conta a criança aumenta suas habilidades lingüísticas, aprendem a solucionar melhor os problemas e desenvolver a cooperação, expõem seus medos, inseguranças, desejos, experiências, isto é, constroem uma ponte entre fantasia e realidade.
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sábado, 4 de setembro de 2010
Revisitando o eixo 2...
Revisitando os eixos 1, 2 e 3 do pead, me chamou atenção a interdisciplina de psicologia I, onde falamos muito do construtivismo e do erro ter um papel fundamental para a aprendizagem das crianças, pude inclusive lembrar do meu projeto de estágio e arquitetura pedagógica, pois para realização do mesmo (estágio docente) utilizei todo meu conhecimento adquirido no trabalho, na vida pessoal, no Pead..., baseando em uma proposta construtivista.
Pois, segundo Piaget, o desenvolvimento ocorre de forma em que as aquisições de um período sejam necessariamente integradas nos períodos posteriores, ou seja, o desenvolvimento cognitivo e todas as construções do sujeito servem de base a outras, iniciando após o nascimento, já que adquirimos distintos conhecimentos na convivência com os outros durante nossa vida.
Procurei então, durante meu estágio, valorizar a experiência dos alunos, respeitando sua realidade, tempo de construção do conhecimento, ou seja, abrir espaço para que meu aluno interaja com meio e com o outro, tornando-se sujeito ativo nesse processo.
Logo, oferecendo a ele também a oportunidade de errar, pois o erro faz-se necessário para a construção do conhecimento, a partir dele surgem dúvidas, hipóteses, fazendo com que o indivíduo reflita. “O conhecimento resulta das interações que ficam a meio caminho entre o sujeito e o objeto, dependendo dos dois ao mesmo tempo e não havendo trocas entre formas distintas (PIAGET, 1990)”.
Piaget também diz que “a velocidade do desenvolvimento, no entanto, pode variar de um a outro indivíduo e também de um a outro meio social”, conseqüentemente, podemos encontrar algumas crianças que avançam rapidamente ou outras que avançam lentamente.
De tal modo, assumi o papel de orientador-mediadora oportunizando condições para que meu aluno participasse das aulas/atividades através do diálogo e cooperação (trabalhando também em grupo); facilitadora da aprendizagem, dando assistência a meus alunos sempre que precisaram, respeitando cada uma de suas especificidades, sua realidade, conhecimentos prévios, ou seja, tratando-os sem diferenciações, aceitando-os tal como eles são.
Por isso, procurei ainda trabalhar com materiais concretos, trazendo para sala de aula algo do interesse dos mesmos, pois como destaca Paulo Freire no vídeo “A construção da leitura e da escrita do adulto na perspectiva freireana” “aprende-se só quando o que se aprende é significativo para agente”.
Portanto, acredito ser fundamental valorizar a experiência/realidade do educando, a interação (professor X aluno X mundo), método ativo, no qual o aluno é sujeito ativo obtendo responsabilidades na construção de seu próprio conhecimento, desencadeando assim o desenvolvimento da autonomia.
Pois, segundo Piaget, o desenvolvimento ocorre de forma em que as aquisições de um período sejam necessariamente integradas nos períodos posteriores, ou seja, o desenvolvimento cognitivo e todas as construções do sujeito servem de base a outras, iniciando após o nascimento, já que adquirimos distintos conhecimentos na convivência com os outros durante nossa vida.
Procurei então, durante meu estágio, valorizar a experiência dos alunos, respeitando sua realidade, tempo de construção do conhecimento, ou seja, abrir espaço para que meu aluno interaja com meio e com o outro, tornando-se sujeito ativo nesse processo.
Logo, oferecendo a ele também a oportunidade de errar, pois o erro faz-se necessário para a construção do conhecimento, a partir dele surgem dúvidas, hipóteses, fazendo com que o indivíduo reflita. “O conhecimento resulta das interações que ficam a meio caminho entre o sujeito e o objeto, dependendo dos dois ao mesmo tempo e não havendo trocas entre formas distintas (PIAGET, 1990)”.
Piaget também diz que “a velocidade do desenvolvimento, no entanto, pode variar de um a outro indivíduo e também de um a outro meio social”, conseqüentemente, podemos encontrar algumas crianças que avançam rapidamente ou outras que avançam lentamente.
De tal modo, assumi o papel de orientador-mediadora oportunizando condições para que meu aluno participasse das aulas/atividades através do diálogo e cooperação (trabalhando também em grupo); facilitadora da aprendizagem, dando assistência a meus alunos sempre que precisaram, respeitando cada uma de suas especificidades, sua realidade, conhecimentos prévios, ou seja, tratando-os sem diferenciações, aceitando-os tal como eles são.
Por isso, procurei ainda trabalhar com materiais concretos, trazendo para sala de aula algo do interesse dos mesmos, pois como destaca Paulo Freire no vídeo “A construção da leitura e da escrita do adulto na perspectiva freireana” “aprende-se só quando o que se aprende é significativo para agente”.
Portanto, acredito ser fundamental valorizar a experiência/realidade do educando, a interação (professor X aluno X mundo), método ativo, no qual o aluno é sujeito ativo obtendo responsabilidades na construção de seu próprio conhecimento, desencadeando assim o desenvolvimento da autonomia.
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sábado, 28 de agosto de 2010
Pergunta inicial para o TCC...
Passos iniciais do TCC:
Desenvolvi meu estágio com o pré-escolar (5 anos).
Durante meu estágio realizei uma atividade que considerei significativa, mas que também me desencadeou dúvidas sobre deixar ou não as crianças brincarem livremente em sala de aula, sobre a importância dessas no desenvolvimento da criança.
Como era dia do brinquedo (momento em que os alunos têm livre para brincar com brinquedos que trazem de casa) fizemos uma grande roda e com o alfabeto móvel montamos o nome de alguns deles e depois destacamos a letra inicial e final dos mesmos. Essa atividade tinha como objetivo conhecer as letras e escrita do nome de alguns brinquedos (já que foi pedida pelos alunos, curiosidade deles) e identificar e diferenciar a letra inicial da final.
A atividade foi interessante, todos queriam saber como se escrevia o nome do seu brinquedo. Um aluno até pegou uma folha e um lápis para copiar porque queria mostrar para mamãe em casa. Porém, me surgiu à dúvida sobre a importância de deixar as crianças brincarem livremente ou de direcionar as brincadeiras.
Então, voltei a meus trabalhos da interdisciplina de ludicidade, onde encontrei Tânia Fortuna e com base nela e nos estudos realizados sobre o brincar em sala de aula pude perceber que o termo lúdico não se refere apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo, ao prazer de realizar a atividade em si, são ações vividas que despertam vários sentimentos, ou seja, deixou de ser o simples sinônimo de jogo, não importando o resultado do mesmo e sim a ação em si.
Logo, pensando em brincadeira, brincadeira livre, jogo/regras, desenvolvimento da autonomia, a relação com o outro, enfim, a ludicidade, aproveitando a curiosidade surgida durante o estágio, defini minha questão inicial para o TCC: A brincadeira livre influencia no desenvolvimento da criança de pré-escola¿
A princípio para responder a questão inicial, pretendo explorar bastante a interdisciplina de ludicidade.
Desenvolvi meu estágio com o pré-escolar (5 anos).
Durante meu estágio realizei uma atividade que considerei significativa, mas que também me desencadeou dúvidas sobre deixar ou não as crianças brincarem livremente em sala de aula, sobre a importância dessas no desenvolvimento da criança.
Como era dia do brinquedo (momento em que os alunos têm livre para brincar com brinquedos que trazem de casa) fizemos uma grande roda e com o alfabeto móvel montamos o nome de alguns deles e depois destacamos a letra inicial e final dos mesmos. Essa atividade tinha como objetivo conhecer as letras e escrita do nome de alguns brinquedos (já que foi pedida pelos alunos, curiosidade deles) e identificar e diferenciar a letra inicial da final.
A atividade foi interessante, todos queriam saber como se escrevia o nome do seu brinquedo. Um aluno até pegou uma folha e um lápis para copiar porque queria mostrar para mamãe em casa. Porém, me surgiu à dúvida sobre a importância de deixar as crianças brincarem livremente ou de direcionar as brincadeiras.
Então, voltei a meus trabalhos da interdisciplina de ludicidade, onde encontrei Tânia Fortuna e com base nela e nos estudos realizados sobre o brincar em sala de aula pude perceber que o termo lúdico não se refere apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo, ao prazer de realizar a atividade em si, são ações vividas que despertam vários sentimentos, ou seja, deixou de ser o simples sinônimo de jogo, não importando o resultado do mesmo e sim a ação em si.
Logo, pensando em brincadeira, brincadeira livre, jogo/regras, desenvolvimento da autonomia, a relação com o outro, enfim, a ludicidade, aproveitando a curiosidade surgida durante o estágio, defini minha questão inicial para o TCC: A brincadeira livre influencia no desenvolvimento da criança de pré-escola¿
A princípio para responder a questão inicial, pretendo explorar bastante a interdisciplina de ludicidade.
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