Segundo a autora Maria Bernadete Castro Rodrigues em seu texto “Planejamento: em busca de caminhos” é importante para o bom planejamento e desenvolvimento de um projeto, dar importância aos seguintes elementos: contextualização, eixo integrador, justificativa, objetivos, conteúdos, estratégias, recursos, avaliação.
Entendo cada elemento da seguinte maneira:
Contextualização: é a globalização dos conteúdos, aproximando da realidade dos alunos, ou seja, fazendo algumas relações para que ele seja compreendido.
Eixo integrador: um tema, tópico de interesse, articulação entre os conteúdos que se quer desenvolver.
Justificativa: o porquê, a explicação da proposta, do que se quer estudar, ensinar.
Objetivos: Mais específico do que a justificativa, explicita o que e para que eu queira alcançar em meu aluno.
Conteúdos: Estudos específicos; assunto em que se quer estudar.
Estratégias: Os meios pelo qual se quer alcançar uma vitória; como fazer, como agir.
Recursos: Materiais a serem utilizados como apoio em determinada proposta.
Avaliação: Acompanhamento de um processo para identificar o “grau/tamanho” da aquisição de conhecimento do meu aluno. Meios pelo qual descobrirei a aprendizagem do meu aluno.
domingo, 25 de outubro de 2009
PEDAGOGIA DE PROJETOS...
A partir da leitura do texto “Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares” de Hernández e Santomé e dos vídeos assistidos “Vamos passear na vassoura da bruxa Onilda” e “Possibilidades! Ao meu redor” pude refletir sobre o trabalho por projetos, ou seja, aspectos positivos e desafiadores.
Acredito que o principal aspecto positivo em se trabalhar por projetos é partir da realidade/experiências/conhecimento prévio do educando/do que é significativo para eles, sendo eles sujeitos ativos durante todo o processo, possuindo então, responsabilidades em seu próprio processo de aprendizagem.
A participação dos alunos vai da escolha do tema, que “abrem novas perspectivas de continuidade para o Projeto seguinte, procedendo do anterior, forma um anel continuo de significações dentro do processo de aprendizagem – Hernández e Santomé”, ao final do projeto, ensinando então, os alunos a trabalharem por si mesmos, desenvolvendo a autonomia, isto é, a capacidade de pensar e agir, onde é necessária a auto-reflexão crítica, disciplina, prudência, cultura, civilização, moralização, instrução para que dessa forma possa ser possível atingirmos a liberdade.
O papel do educador caracteriza-se como orientador/estimulador em suas intervenções, dando ainda mais compromisso e responsabilidade da busca pela atualização ao professor.
Assim sendo, o projeto torna-se desestabilizador, logo, um grande desafio para o educador, pois não possui resultados pré – determinados, conseqüentemente, desconhecido por ele.
Outro desafio é a estruturação muito mais aberta e flexível dos conteúdos escolares, adaptando-os a situações reais, além de fazer intercâmbio com o projeto da instituição.
Os aspectos destacados a cima nos faz perceber o quanto é desafiador, porém fundamental o trabalho por projetos.
Acredito que o principal aspecto positivo em se trabalhar por projetos é partir da realidade/experiências/conhecimento prévio do educando/do que é significativo para eles, sendo eles sujeitos ativos durante todo o processo, possuindo então, responsabilidades em seu próprio processo de aprendizagem.
A participação dos alunos vai da escolha do tema, que “abrem novas perspectivas de continuidade para o Projeto seguinte, procedendo do anterior, forma um anel continuo de significações dentro do processo de aprendizagem – Hernández e Santomé”, ao final do projeto, ensinando então, os alunos a trabalharem por si mesmos, desenvolvendo a autonomia, isto é, a capacidade de pensar e agir, onde é necessária a auto-reflexão crítica, disciplina, prudência, cultura, civilização, moralização, instrução para que dessa forma possa ser possível atingirmos a liberdade.
O papel do educador caracteriza-se como orientador/estimulador em suas intervenções, dando ainda mais compromisso e responsabilidade da busca pela atualização ao professor.
Assim sendo, o projeto torna-se desestabilizador, logo, um grande desafio para o educador, pois não possui resultados pré – determinados, conseqüentemente, desconhecido por ele.
Outro desafio é a estruturação muito mais aberta e flexível dos conteúdos escolares, adaptando-os a situações reais, além de fazer intercâmbio com o projeto da instituição.
Os aspectos destacados a cima nos faz perceber o quanto é desafiador, porém fundamental o trabalho por projetos.
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DIDÁTICA,
EIXO 7,
Pedagogia de projetos
REFLEXÂO SOBRE O PA...
Com base nas leituras dos textos “Revisitando os projetos de Aprendizagens, em tempos de web 2.0” de Iris Elisabeth Tempel Costa e Beatriz Corso Magdalena e “Aprendizes do futuro: as inovações começaram!” e principalmente a atividade 2 da interdisciplina Seminário Integrador VII, pude refleti sobre o ponto de partida de uma pesquisa, as certezas provisórias, as dúvidas temporárias, o plano de ação, o mapa conceitual, ou seja, o projeto de aprendizagem como um todo.
A respeito do ponto de partida de uma pesquisa, confirmei minha hipótese de que este é a escolha do tema, e somente após essa escolha, detém-se na pergunta inicial, a qual se faz necessária, pois é ela quem definirá o que realmente queremos saber, porém não deverá ser muito ampla para não desviar o foco de pesquisa e nem tão restrita que limite a construção do conhecimento.
As certezas provisórias são as hipóteses, as informações, que os integrantes do grupo têm sobre o assunto em questão, que não só podem virar dúvidas quanto serem negadas ou confirmadas.
As dúvidas temporárias estimulam o sujeito a buscar o novo conhecimento, porém nem sempre elas se tornam certezas e as certezas podem virar dúvidas, ou seja, ambas podem ser confirmadas ou negadas e todo esse processo gera novas aprendizagens.
Quanto ao mapa conceitual, num primeiro momento, pensei que sintetizava o projeto como um todo. Todavia a colega Josiqueli ao comentar meu trabalho, me fez refletir um pouco mais sobre o verdadeiro sentido dele, onde pude ampliar meu conhecimento, pois o mapa conceitual permite a identificação e a relação entre os conceitos apropriados no desenvolvimento do PA, e a estrutura do trabalho, pois visualizamos através dele a pesquisa sintetizada, porém não o projeto com um todo, já que não encontramos explicito nele os conflitos/angústias, encontros e discussões do grupo.
Logo, creio ser necessário um planejamento, estabelecer estratégias, isto é, uma organização do tempo, das ações a serem desenvolvidos para se alcançar os objetivos, oportunizando assim a aprendizagem. É no plano de ação que definimos as estratégias a serem seguidas, buscando assim novas hipóteses, dúvidas, chegando então às novas certezas.
Posso destacar então, que a característica principal de um projeto de aprendizagem é partir da curiosidade do educando, valorizando seus conhecimentos prévios/sua realidade de vida, tornando-o sujeito de sua própria aprendizagem.
A respeito do ponto de partida de uma pesquisa, confirmei minha hipótese de que este é a escolha do tema, e somente após essa escolha, detém-se na pergunta inicial, a qual se faz necessária, pois é ela quem definirá o que realmente queremos saber, porém não deverá ser muito ampla para não desviar o foco de pesquisa e nem tão restrita que limite a construção do conhecimento.
As certezas provisórias são as hipóteses, as informações, que os integrantes do grupo têm sobre o assunto em questão, que não só podem virar dúvidas quanto serem negadas ou confirmadas.
As dúvidas temporárias estimulam o sujeito a buscar o novo conhecimento, porém nem sempre elas se tornam certezas e as certezas podem virar dúvidas, ou seja, ambas podem ser confirmadas ou negadas e todo esse processo gera novas aprendizagens.
Quanto ao mapa conceitual, num primeiro momento, pensei que sintetizava o projeto como um todo. Todavia a colega Josiqueli ao comentar meu trabalho, me fez refletir um pouco mais sobre o verdadeiro sentido dele, onde pude ampliar meu conhecimento, pois o mapa conceitual permite a identificação e a relação entre os conceitos apropriados no desenvolvimento do PA, e a estrutura do trabalho, pois visualizamos através dele a pesquisa sintetizada, porém não o projeto com um todo, já que não encontramos explicito nele os conflitos/angústias, encontros e discussões do grupo.
Logo, creio ser necessário um planejamento, estabelecer estratégias, isto é, uma organização do tempo, das ações a serem desenvolvidos para se alcançar os objetivos, oportunizando assim a aprendizagem. É no plano de ação que definimos as estratégias a serem seguidas, buscando assim novas hipóteses, dúvidas, chegando então às novas certezas.
Posso destacar então, que a característica principal de um projeto de aprendizagem é partir da curiosidade do educando, valorizando seus conhecimentos prévios/sua realidade de vida, tornando-o sujeito de sua própria aprendizagem.
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Projeto de aprendizagens,
Seminário Integrador VII
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Refletindo sobre as indagações da Rô a respeito da postagem “Currículo integrado”...
INDAGAÇÕES DA RÔ:
A sociedade se modifica com o tempo e passa a exigir mudanças também no sistema educacional, conforme tu mesma destacaste em tua postagem. Partindo dessa reflexão, te convido a pensar sobre os seguintes questionamentos: considerando o modelo educacional atual, acreditas que não ficaram marcas do Fordismo e do Tylorismo? Há efetivamente um currículo integrado na escola? Como compreendes essa noção de 'currículo integrado'?
Na postagem anterior citei: “Neste processo, podemos constatar que tanto no campo produtivo (trabalho) quanto no sistema educacional, o Fordismo e Tylorismo se restringem a uma gestão hierárquica, onde alguns decidem e outros obedecem sem terem o direito de participação, ou seja, no sistema educacional, por exemplo, os estudantes e professores eram impossibilitados de interferir nos processos educacionais aos quais participavam, aceitando-lhes o que lhes eram impostos. Segundo o autor Santomé: “A Taylorização no âmbito educacional fez com que nem professores nem alunos possam participar dos processos de reflexão crítica sobre a realidade.” (1998, p.9). Assim sendo, os conteúdos trabalhados em aula proporcionavam a memorização, isto é, sem nexo com a realidade, pois as disciplinas eram trabalhadas isoladamente.”
Tendo o trecho à cima como base, acredito que modificamos bastante essa imposição de poder hoje, pois já temos a participação da comunidade escolar (pais, professores, alunos, etc.) dentro da instituição, no PPP (projeto político pedagógico), por exemplo.
Todavia, ainda vemos muitos professores trabalhando em cima de cópias, memorizações, que não estimulam os alunos a buscarem respostas para suas curiosidades, a criarem hipóteses, pelo contrário lhes dão a resposta exata, pronta, acabada, que trabalham sobre um currículo pronto, fechado, sem questionar, então podemos dizer que há ainda marcas do Fordismo e Tylorismo, isto é, da imposição do poder.
Penso também que hoje, principalmente nas séries iniciais, estamos procurando trabalhar com essa integração, já do sexto ao nono ano do ensino fundamental de nove anos, ainda trabalhamos as disciplinas isoladamente, porém procurando fazer relações à realidade, partir das experiências dos alunos.
O processo é longo e apesar de ser um grande desafio, precisamos continuar lutando para implantarmos completamente esse currículo integrador, desenvolvendo assim a autonomia e a criticidade.
A sociedade se modifica com o tempo e passa a exigir mudanças também no sistema educacional, conforme tu mesma destacaste em tua postagem. Partindo dessa reflexão, te convido a pensar sobre os seguintes questionamentos: considerando o modelo educacional atual, acreditas que não ficaram marcas do Fordismo e do Tylorismo? Há efetivamente um currículo integrado na escola? Como compreendes essa noção de 'currículo integrado'?
Na postagem anterior citei: “Neste processo, podemos constatar que tanto no campo produtivo (trabalho) quanto no sistema educacional, o Fordismo e Tylorismo se restringem a uma gestão hierárquica, onde alguns decidem e outros obedecem sem terem o direito de participação, ou seja, no sistema educacional, por exemplo, os estudantes e professores eram impossibilitados de interferir nos processos educacionais aos quais participavam, aceitando-lhes o que lhes eram impostos. Segundo o autor Santomé: “A Taylorização no âmbito educacional fez com que nem professores nem alunos possam participar dos processos de reflexão crítica sobre a realidade.” (1998, p.9). Assim sendo, os conteúdos trabalhados em aula proporcionavam a memorização, isto é, sem nexo com a realidade, pois as disciplinas eram trabalhadas isoladamente.”
Tendo o trecho à cima como base, acredito que modificamos bastante essa imposição de poder hoje, pois já temos a participação da comunidade escolar (pais, professores, alunos, etc.) dentro da instituição, no PPP (projeto político pedagógico), por exemplo.
Todavia, ainda vemos muitos professores trabalhando em cima de cópias, memorizações, que não estimulam os alunos a buscarem respostas para suas curiosidades, a criarem hipóteses, pelo contrário lhes dão a resposta exata, pronta, acabada, que trabalham sobre um currículo pronto, fechado, sem questionar, então podemos dizer que há ainda marcas do Fordismo e Tylorismo, isto é, da imposição do poder.
Penso também que hoje, principalmente nas séries iniciais, estamos procurando trabalhar com essa integração, já do sexto ao nono ano do ensino fundamental de nove anos, ainda trabalhamos as disciplinas isoladamente, porém procurando fazer relações à realidade, partir das experiências dos alunos.
O processo é longo e apesar de ser um grande desafio, precisamos continuar lutando para implantarmos completamente esse currículo integrador, desenvolvendo assim a autonomia e a criticidade.
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EIXO 7
sábado, 26 de setembro de 2009
Interação com os surdos,cultura surda e comunidade surda...
A partir dos estudos e pesquisas realizadas através da interdisciplina de LIBRAS até agora, pude refletir um pouco sobre as pessoas surdas, a maneira de interagir com elas, a cultura surda e a comunidade surda.
Eu não havia tido contato algum com uma pessoal surda até a aula presencial com a professora Carolina, mas sempre senti vontade de aprender/conhecer um pouco sobre a língua de sinais, já que tenho a preocupação de um dia ter um aluno surdo e não saber como me comunicar com ele. Nesse caso, considerando que não domino essa língua e poderia não haver um intérprete, creio que faria uso de gestos, expressões corporais e faciais, uma encenação da comunicação, um olho no olho, pois as pessoas em geral utilizam em muitos momentos a leitura labial.
Para que tal contato seja mais completo, agradável, necessitar-se-ia que conhecêssemos um pouco sobre a cultura dos surdos, por exemplo, a língua de sinais, que ao contrário do que eu pensava não é universal, cada país possui a sua conforme sua cultura, isto é, valores, tradições. A LIBRAS possui regras gramaticais próprias que permite aos surdos o desenvolvimento lingüístico, oportunizando acesso aos conhecimentos existentes na sociedade, podendo assim construir sua identidade surda.
Assim sendo, para complementar o que foi dito a cima, destaco uma fala de Strobel no texto Comunidade e cultura surda no Brasil:
“Cultura surda é o jeito de o sujeito surdo entender o mundo e de modificá-lo a fim de se torná-lo acessível e habitável ajustando-os com as suas percepções visuais, que contribuem para a definição das identidades surdas e das “almas” das comunidades surdas. Isto significa que abrange a língua, as idéias, as crenças, os costumes e os hábitos de povo surdo.”
Logo, a comunidade surda é indispensável, pois permite o contato do surdo com outro surdo, onde eles compartilham interesses/responsabilidades, desenvolvem auto-estima, além de favorecer o desenvolvimento da LIBRAS e fazer com que os surdos sintam-se entre companheiros, valorizados e não diferentes na sociedade. Essa comunidade é também freqüentada por sujeitos ouvintes (pais, amigos, professores dos surdos) em que compartilham o mesmo interesse.Portanto, nós professores devemos conhecer a LIBRAS para melhor interagir com sujeitos surdos, fazendo uso de ações interculturais e enxergar o surdo com uma pessoa capacitada, pois “surdez não é deficiência, mas uma cultura.”
Eu não havia tido contato algum com uma pessoal surda até a aula presencial com a professora Carolina, mas sempre senti vontade de aprender/conhecer um pouco sobre a língua de sinais, já que tenho a preocupação de um dia ter um aluno surdo e não saber como me comunicar com ele. Nesse caso, considerando que não domino essa língua e poderia não haver um intérprete, creio que faria uso de gestos, expressões corporais e faciais, uma encenação da comunicação, um olho no olho, pois as pessoas em geral utilizam em muitos momentos a leitura labial.
Para que tal contato seja mais completo, agradável, necessitar-se-ia que conhecêssemos um pouco sobre a cultura dos surdos, por exemplo, a língua de sinais, que ao contrário do que eu pensava não é universal, cada país possui a sua conforme sua cultura, isto é, valores, tradições. A LIBRAS possui regras gramaticais próprias que permite aos surdos o desenvolvimento lingüístico, oportunizando acesso aos conhecimentos existentes na sociedade, podendo assim construir sua identidade surda.
Assim sendo, para complementar o que foi dito a cima, destaco uma fala de Strobel no texto Comunidade e cultura surda no Brasil:
“Cultura surda é o jeito de o sujeito surdo entender o mundo e de modificá-lo a fim de se torná-lo acessível e habitável ajustando-os com as suas percepções visuais, que contribuem para a definição das identidades surdas e das “almas” das comunidades surdas. Isto significa que abrange a língua, as idéias, as crenças, os costumes e os hábitos de povo surdo.”
Logo, a comunidade surda é indispensável, pois permite o contato do surdo com outro surdo, onde eles compartilham interesses/responsabilidades, desenvolvem auto-estima, além de favorecer o desenvolvimento da LIBRAS e fazer com que os surdos sintam-se entre companheiros, valorizados e não diferentes na sociedade. Essa comunidade é também freqüentada por sujeitos ouvintes (pais, amigos, professores dos surdos) em que compartilham o mesmo interesse.Portanto, nós professores devemos conhecer a LIBRAS para melhor interagir com sujeitos surdos, fazendo uso de ações interculturais e enxergar o surdo com uma pessoa capacitada, pois “surdez não é deficiência, mas uma cultura.”
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
Contribuição as indagações da tutora Rô sobre as múltiplas linguagens...
Indagações da tutora Rosângela em relação à postagem múltiplas linguagens:
“Toda essa reflexão nos permite pensar o espaço da sala de aula, onde muitas vezes privilegiamos um único modo de expressão da língua (colocando-o como modelo), sem levar em conta a multiplicidade de variedades lingüísticas e de objetivos implicados na comunicação, ou seja, a escola precisa trabalhar com essa diversidade, "incorporando ao currículo essas demandas sociais e culturais, buscando meios para responder a elas". De que modo o professor pode fazer isso? Como a escrita e a oralidade devem ser encaradas pelo professor?”
Penso que nós professores, como vimos nessa interdisciplina através do texto “Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola” de Angela B. Kleiman, devemos começar valorizando as experiências de nossos alunos, suas realidade de vida, isto é, aproveitar as distintas culturas existentes na própria sala de aula e desenvolver o letramento social, oportunizando assim a participação/interação dos alunos para que aprimorem sua consciência crítica seguindo atitudes éticas e compromisso político, para o desenvolvimento de sua autonomia.
Acredito ser uma boa sugestão, para colocarem prática o que foi descrito a cima, utilizarmos materiais distintos, que claro, estejam presentes no dia a dia dos educandos, por exemplo, folders, jornais, revistas, livros, etc., pois assim estaríamos partindo de algo que eles já possuem um conhecimento prévio.
“Toda essa reflexão nos permite pensar o espaço da sala de aula, onde muitas vezes privilegiamos um único modo de expressão da língua (colocando-o como modelo), sem levar em conta a multiplicidade de variedades lingüísticas e de objetivos implicados na comunicação, ou seja, a escola precisa trabalhar com essa diversidade, "incorporando ao currículo essas demandas sociais e culturais, buscando meios para responder a elas". De que modo o professor pode fazer isso? Como a escrita e a oralidade devem ser encaradas pelo professor?”
Penso que nós professores, como vimos nessa interdisciplina através do texto “Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola” de Angela B. Kleiman, devemos começar valorizando as experiências de nossos alunos, suas realidade de vida, isto é, aproveitar as distintas culturas existentes na própria sala de aula e desenvolver o letramento social, oportunizando assim a participação/interação dos alunos para que aprimorem sua consciência crítica seguindo atitudes éticas e compromisso político, para o desenvolvimento de sua autonomia.
Acredito ser uma boa sugestão, para colocarem prática o que foi descrito a cima, utilizarmos materiais distintos, que claro, estejam presentes no dia a dia dos educandos, por exemplo, folders, jornais, revistas, livros, etc., pois assim estaríamos partindo de algo que eles já possuem um conhecimento prévio.
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Linguagem,
Múltiplas linguagens
EJA...
A partir dos estudos da interdisciplina Educação de Jovens e Adultos, parei para refletir sobre a diferença existente entre a educação tradicional e a EJA.
Pude entender essa diferença na aula presencial com a professora Anézia Vieiro, onde ela explicou que na primeira (educação tradicional), nós educadores educamos os sujeitos para a vida/mundo, e na segunda (EJA), os indivíduos adultos já são experimentados pela vida, mas não tem o domínio da leitura e da escrita, pois em algum momento afastaram-se da escola devido a fatores sociais, econômicos, políticos e/ou culturais.
Entre esses fatores, destaca-se o ingresso prematuro no mundo do trabalho, a evasão ou a repetência escolar.
Podemos então dizer que a EJA vem atuar no campo dessas desigualdades, buscando possibilitar maior igualdade social através do desenvolvimento intelectual dos envolvidos.
“Por esta função, o indivíduo que teve sustada sua formação, qualquer tenha sido a razão, busca restabelecer sua trajetória escolar de modo a readquirir a oportunidade de um ponto igualitário no jogo conflitual da sociedade.” (Jamil Cury, pág. 10).
Assim sendo, nós professores devemos sem dúvida trabalhar a partir das experiências dos adultos, isto é, da realidade deles, buscando um currículo integrado como vimos na interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação.
Para que isso aconteça faz-se necessário o uso do diálogo, ou seja, trata-se de produzir significado ao que é falado, oportunizando a participação/interação de todos com suas singularidades e especificidades em sala de aula.Desta maneira, concluo que a Educação de Jovens e Adultos (EJA), enquanto modalidade educacional que atende a educandos - trabalhadores têm como objetivo o compromisso com a formação humana e com o acesso à cultura geral, de modo que os educandos aprimorem sua consciência crítica, e adotem atitudes éticas e compromisso político, para o desenvolvimento da sua autonomia intelectual.
Pude entender essa diferença na aula presencial com a professora Anézia Vieiro, onde ela explicou que na primeira (educação tradicional), nós educadores educamos os sujeitos para a vida/mundo, e na segunda (EJA), os indivíduos adultos já são experimentados pela vida, mas não tem o domínio da leitura e da escrita, pois em algum momento afastaram-se da escola devido a fatores sociais, econômicos, políticos e/ou culturais.
Entre esses fatores, destaca-se o ingresso prematuro no mundo do trabalho, a evasão ou a repetência escolar.
Podemos então dizer que a EJA vem atuar no campo dessas desigualdades, buscando possibilitar maior igualdade social através do desenvolvimento intelectual dos envolvidos.
“Por esta função, o indivíduo que teve sustada sua formação, qualquer tenha sido a razão, busca restabelecer sua trajetória escolar de modo a readquirir a oportunidade de um ponto igualitário no jogo conflitual da sociedade.” (Jamil Cury, pág. 10).
Assim sendo, nós professores devemos sem dúvida trabalhar a partir das experiências dos adultos, isto é, da realidade deles, buscando um currículo integrado como vimos na interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação.
Para que isso aconteça faz-se necessário o uso do diálogo, ou seja, trata-se de produzir significado ao que é falado, oportunizando a participação/interação de todos com suas singularidades e especificidades em sala de aula.Desta maneira, concluo que a Educação de Jovens e Adultos (EJA), enquanto modalidade educacional que atende a educandos - trabalhadores têm como objetivo o compromisso com a formação humana e com o acesso à cultura geral, de modo que os educandos aprimorem sua consciência crítica, e adotem atitudes éticas e compromisso político, para o desenvolvimento da sua autonomia intelectual.
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