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quarta-feira, 10 de junho de 2009

DEFICIÊNCIA FÍSICA...

Segundo Rita de Cássia Reckzugel Berch (Especialista em Tecnologia Assistiva) e Rosangela Machado (Coordenadora de Educação Especial) no vídeo “Atendimento Educacional Especializado – Deficiência Física”, esta (deficiência física) é uma alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano.
Assim sendo, a organização mundial da saúde nos traz três conceitos importantes:
DEFICIÊNCIA uma alteração da estrutura do funcionamento do corpo;
INCAPACIDADE impedimento ou dificuldade de exercer tarefas e funções necessárias no cotidiano.
DESVANTAGEM uma privação na participação social, uma participação social de prejuízo.
Conceitos esses que nos trouxeram um novo ponto de vista na compreensão da deficiência, ou seja, deixaram claro que deficiência não é sinônimo de incapacidade.
Portanto, acredito que o que nós educadores devemos fazer é oportunizar espaço de convivência, estimulo e aprendizagens, pois convivendo com crianças da sua idade o aluno que apresenta deficiência educacional especial, terá mais possibilidade de explorar o meio em que está inserido (afetos, músicas, espaço...). E é com essa convivência que venceremos o preconceito.
Logo, a escola regular precisa selecionar recursos e técnicas adequadas a cada tipo de comprometimento para desempenho das atividades escolares, por isso o atendimento educacional especializado faz uso da tecnologia assistiva direcionada a vida escolar do aluno.
Portanto, é também importante ressaltar que os recursos e serviços especializados não devem atuar de forma isolada, mas sim caminhar junto à organização escolar, ou seja, os alunos devem ter acesso ao currículo, mas um currículo que desafia todas as crianças, formando seres capazes de criar, pensar, agir e construir o conhecimento.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Inclusão de educação especial...

Quais seriam os caminhos para nós professores estarmos preparados para lidar com crianças com necessidades especiais em nossas salas de aula? (Roberta)

Quanto ao questionamento que a tutora Roberta me fez, citado à cima, penso que o caminho para nós professores estarmos preparados seria conhecermos um pouco mais dessa realidade através de bons cursos onde aprenderíamos um pouco sobre como trabalhar com crianças especiais.


Tu acreditas que todas as crianças possam estar na escola regular? (Roberta)

Essa inclusão ainda é nova e não tive experiência com crianças especiais, portanto fico em dúvida sobre o assunto em questão.
Entretanto, se eu fosse obrigada a lhe dar uma resposta hoje, diria que não acredito que todas as crianças possam estar na escola regular, mas muitas das crianças que freqüentam apenas escolas especiais, poderiam também freqüentar escolas regulares.
No caso das crianças com deficiências físicas, auditivas, com profissionais capacitados para tal tarefa sim, poderiam freqüentar escolas regulares, agora deficientes mentais, por exemplo, não, pois fico me perguntando como um professor com 25 alunos em uma sala de aula, conseguirá acompanhar e avaliar o desenvolvimento desses alunos.

terça-feira, 31 de março de 2009

Inclusão de educação especial...

A partir da leitura do texto: história, deficiência e educação especial de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda e do vídeo: aspectos legais e orientação pedagógica, solicitados na interdisciplina educação de pessoas com necessidades especiais, posso ressaltar que todas as crianças, independente de serem especiais, têm direito de estudarem em escolas regulares, seja pública ou privada.
Acredito também que às vezes nós não paramos para pensar que essa deficiência poderia ser conosco e, portanto não fazemos nada para mudar a realidades dessas pessoas que se sentem excluídas, sozinhas, perdidas, fazendo com que esse “preconceito” passe despercebido aos nossos olhos.
Muitas vezes o preconceito é dos próprios pais em relação à educação especial, dizem que seus filhos precisam de atenção redobrada e ensino diferenciado e que na escola os professores, devido ao número de alunos, não podem dar essa atenção, logo seus filhos não podem ficar junto às outras crianças.
Não percebem o quanto essa convivência pode ser significativa para o desenvolvimento das crianças.
Nesse caso, é importante que o professor estimule essas crianças, fazendo com que se sintam capazes dentro das suas condições de participar da aula juntamente com os colegas.
E aquelas que freqüentam escolas regulares, se necessário devem ainda, em turno inverso, freqüentar escolas especiais, não como uma aula de reforço, mas como complemento, outro espaço para se conhecerem melhor, para entenderem porque agem de tal maneira.
Assim, essas crianças terão condições de se apropriarem melhor do que ensinam nas escolas regulares.
E claro, que apesar de sabermos a importância da inclusão e da preparação para a mesma nós educadores ainda sentimos uma grande insegurança a respeito, pois não estamos preparados para inclusão.